Auto-conhecimento

Que profissional você quer ser?

No final de semana passada participei de um “Reality Game” chamado Grand Cirque du Messie Loyal, também conhecido como a escola de palhaços. O objetivo do game é ser contratado para o circo. Mas só chegam no objetivo final os que conseguem conectar com o seu EU MAIOR.

Não há muito como descrever o que acontece no Grand Cirque, pois é um curso vivencial. Cada um tem uma experiência diferente. Sente diferente. Sai diferente. Porém, todos sentem a empatia no seu estado puro. Posso dizer que foi uma das experiências mais grandiosas da minha vida.

Você sabe a diferença de empatia para simpatia? Se você não sabe, olha esse vídeo aqui. Ele descreve muito bem.

Mas porque a empatia é importante?

Além de melhores suas relações humanas com a família e amigos, também é uma habilidade essencial pra se ser um bom líder/colega de trabalho. Entender o que os outros estão sentindo e saber se colocar no lugar delas, faz com que juntos consigamos achar soluções que atendam as necessidades da empresa e também gera motivação pelo simples fato de conseguir alinhar desejo e necessidade. Essa na minha opinião, é a tal qualidade de vida no trabalho. O alinhamento dos seus objetivos pessoais com os da empresa.

Parece um pouco piegas essa conversa, mas tenha experimentado nos últimos 5 anos de carreira um crescimento professional exponencial proporcional a minha capacidade de me conectar com as pessoas do trabalho(empatia). Ao me tornar uma líder mais empática, me tornei uma pessoa muito mais colaborativa e criativa. Hoje tenho habilidade de encontrar soluções para os objetivos da empresa que antes sequer me passariam pela cabeça. Me tornei uma pessoa estratégica por ver além do aqui e agora.

A caminhada foi longa e continua sendo.

Por onde começar? O meu primeiro passo foi buscar feedback. Simples e direto das pessoas com quem eu trabalhava. Não vou negar que muitas vezes doeu, doeu muito. Enfrentar a verdade é difícil. Mais difícil ainda, foi resistir transferir a responsabilidade daquele feedback para a outra pessoa. Afinal de contas, a culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser.

Li também muitos livros de vários assuntos como Inteligência Emocional, Um bom líder, etc. Descobri a importância de contar histórias, e assim colocar contexto nas coisas que fazia.

Mas acima de tudo, tive que encontrar o meu eu, pois através de mim mesma pude entender que pra mudar eu tinha que querer, e querer muito. E que o benefício não estava em ser uma pessoa melhor para os outros e sim pra mim mesma.

Daniele Martins

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